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Referência de diagnóstico de campo

Solução de problemas em enfardadeiras redondas: corrija os 12 problemas mais comuns

A maioria dos problemas em enfardadeiras de fardos redondos ocorre em pontos previsíveis do ciclo de formação do fardo e produz sintomas reconhecíveis — um defeito específico na forma, um padrão de falha na embalagem, um ruído ou uma queda na quantidade de fardos. Diagnosticar o sintoma corretamente permite identificar o componente certo imediatamente, em vez de ter que verificar todos os sistemas. Este guia aborda os 12 problemas mais frequentes em operações comerciais de enfardamento, com suas causas específicas e soluções passo a passo para aplicação em campo.

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Como usar este guia de resolução de problemas

Cada problema abaixo está organizado por sintoma observável — o que você vê, ouve ou mede — em vez de por componente do sistema. Em campo, você observa um sintoma e precisa chegar a um diagnóstico rapidamente; começar pelo sintoma é mais rápido do que começar por uma lista de componentes. Para cada problema, a causa mais provável é listada primeiro, seguida pelas causas menos comuns. Corrija a causa mais provável primeiro antes de prosseguir com as causas da lista.

Aviso de segurança importante: nunca realize qualquer ajuste, limpeza ou inspeção em qualquer parte da enfardadeira com a tomada de força (TDF) conectada e em funcionamento. Desengate a TDF, abaixe a enfardadeira até o solo, acione o freio de estacionamento e aguarde a parada completa de todos os componentes rotativos antes de alcançar o interior da câmara de enfardamento, desobstruir o recolhedor ou ajustar qualquer componente mecânico. Correias, correntes e roletes giratórios dentro da câmara de enfardamento representam sérios riscos de ferimentos. A lista de verificação completa para manutenção sazonal, que previne muitos desses problemas, está disponível no manual. Lista de verificação sazonal para manutenção de enfardadeiras redondas.

Segurança em primeiro lugar: Toda a resolução de problemas que exija acesso físico à câmara de enfardamento ou aos componentes de transmissão deve ser realizada com a tomada de força (TDF) desconectada, todas as peças rotativas paradas e o trator estacionado (em ponto morto) com o freio acionado.

Problemas 1–4: Defeitos na forma e formação dos fardos

Estrutura interna da enfardadeira de fardos redondos — problemas na formação dos fardos, incluindo formato de amendoim, formato em D e núcleos moles, são diagnosticados examinando-se a condição da correia, o alinhamento dos rolos e a simetria de entrada da colheita dentro da câmara de enfardamento.

Problema 1: Fardo em forma de amendoim ou ampulheta
Defeito de forma

Sintoma: A cintura é mais larga nas extremidades do que no centro, criando uma silhueta que lembra uma cintura ou ampulheta quando vista de lado.

Causa 1 (mais provável): As correias centrais desgastam-se mais do que as correias externas, criando uma superfície côncava no centro da câmara de enfardamento. A colheita preenche a zona da correia mais comprida (centro) com menos intensidade do que as laterais, produzindo a cintura em forma de ampulheta. Meça a circunferência de todas as correias; substitua qualquer correia que seja mais de 2% mais comprida do que a correia mais curta do conjunto.

Causa 2: A distribuição da colheita está muito estreita — a colheita está entrando na câmara por um caminho central estreito, em vez de ser distribuída por toda a largura de recolhimento. Verifique se todos os dentes de recolhimento estão presentes e na mesma altura; remova qualquer bloqueio parcial na esteira transportadora da colheita.

Causa 3: Desgaste do rolo central — se o rolo da câmara central estiver desgastado a um diâmetro menor do que os rolos externos, a pressão sobre a cultura na zona central será reduzida.

Problema 2: Fardo em forma de D ou com laterais planas
Defeito de forma

Sintoma: A bale tem uma face plana de um lado e é arredondada do outro — em forma de D quando vista de lado.

Causa 1 (mais provável): Um dos lados da colhedora está entregando consistentemente menos colheita do que o outro — devido a uma seção de dentes faltando, bloqueio parcial da faixa de colheita ou leira não centralizada sob a colhedora. Verifique o alinhamento da leira; caminhe ao redor da colhedora para confirmar se todos os dentes estão presentes e na mesma altura em toda a largura.

Causa 2: As correias de um lado da enfardadeira são mais compridas do que as do outro lado — o lado com a correia mais comprida enche mais rápido, criando um fardo assimétrico. Meça e separe as correias; substitua qualquer correia que seja mais de 1,5% mais comprida do que a correia mais curta do conjunto.

Causa 3: A dobradiça da porta traseira está desalinhada — se a porta traseira não fechar simetricamente, um lado do compartimento do fardo ficará ligeiramente maior que o outro, produzindo um formato assimétrico do fardo.

Problema 3: Núcleo macio com revestimento externo rígido
Defeito de densidade

Sintoma: O fardo finalizado parece firme por fora, mas tem um núcleo macio e solto que se desfaz quando a rede é removida.

Causa 1 (mais provável): A formação do fardo começou antes que a câmara atingisse a tensão adequada — o núcleo inicial se formou sob condições de baixa tensão, antes que a pressão da densidade aumentasse. Isso é comum em enfardadeiras de câmara fixa quando a primeira entrada da leira é muito rasa ou muito estreita. Garanta uma entrada de leira uniforme e de largura total no início de cada fardo.

Causa 2: As molas de tensão da correia estão enfraquecidas — a tensão insuficiente da mola no estágio inicial da formação do fardo permite que o núcleo do fardo se forme com compressão insuficiente. Verifique a tensão da mola de acordo com as especificações do fabricante; substitua as molas que apresentarem uma deformação permanente superior a 10%.

Causa 3 (apenas para câmaras variáveis): A válvula de controle de densidade não está aplicando pressão corretamente no início do ciclo de formação — o sistema de densidade eletrônico ou hidráulico pode precisar de recalibração.

Problema 4: Fardo muito leve apesar da configuração de densidade máxima
Defeito de densidade

Sintoma: Os fardos pesam consistentemente de 15 a 25 toneladas a menos do que o especificado pela enfardadeira na configuração de densidade máxima, mesmo com o volume de leira correto.

Causa 1 (mais provável): As correias estão desgastadas e alongadas — um conjunto de correias com alongamento de 2–3% tem uma capacidade significativamente menor de gerar tensão com a mesma compressão da mola, produzindo fardos de menor densidade. Meça todas as correias; substitua o conjunto se o alongamento médio exceder 2%.

Causa 2: A umidade da cultura está muito baixa — o feno muito seco (abaixo de 10% de umidade) não compacta tão eficientemente quanto o feno com umidade entre 14 e 18%. Essa é uma limitação da condição da cultura, não uma falha mecânica.

Causa 3: As molas de tensão da correia enfraquecem com o tempo e o uso — o comprimento livre da mola diminui, o que significa que ela não consegue gerar a mesma força no mesmo ponto de extensão. Substitua as molas a cada 3 a 5 temporadas como manutenção preventiva.

Problemas 5–8: Envolvimento de Rede e Falhas no Sistema de Envolvimento

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Problema 5: A rede não está alimentando — o braço se estende, mas a rede não entra na câmara.
Falha no enrolamento

Sintoma: O alarme de envolvimento é acionado; o braço estende-se para a posição de envolvimento; o fardo gira, mas nenhuma rede é alimentada na câmara; o fardo é ejetado sem ser envolvido.

Causa 1 (mais provável): Fim do rolo de rede ou travamento na saída da rede — uma dobra, vinco ou rasgo no canto da rede prendeu-se no mecanismo de saída. Pare, desengate a tomada de força (TDF), abra a tampa de acesso e limpe manualmente o caminho da rede do rolo através da abertura de saída.

Causa 2: Tensão excessiva do freio — a tensão excessiva do freio impede que o rolo gire livremente quando o braço puxa a rede. Verifique a pressão das pastilhas de freio; a especificação correta encontra-se no manual do operador.

Causa 3: Deslizamento do núcleo do rolo da rede — a rede se soltou do núcleo e está girando livremente dentro do suporte do rolo. Substitua o rolo da rede.

Problema 6: A rede alimenta, mas não corta — o braço se retrai com a rede ainda presa ao fardo.
Falha no enrolamento

Sintoma: A rede envolve corretamente; o ciclo de corte é ativado; o braço se retrai, mas a rede permanece conectada entre o fardo e o rolo — o fardo é ejetado e puxa a rede restante do rolo, travando o sistema de alimentação ou emaranhando-se na câmara.

Causa 1 (mais provável): A lâmina da faca está cega ou lascada. Teste com a unha do polegar — a lâmina deve agarrar claramente na sua unha; uma lâmina lisa ao toque indica que está cega. Substitua a lâmina. O tipo correto de faca e o procedimento de substituição estão no manual. guia de substituição de peças da enfardadeira.

Causa 2: O curso da lâmina não está alcançando a rede — o deslocamento do atuador da lâmina é insuficiente para levar a lâmina por toda a largura da rede. Verifique a extensão do cilindro hidráulico ou o curso da came mecânica em relação às especificações.

Causa 3: Torção da rede — a rede sofreu uma torção durante a alimentação, alterando o ângulo de contato com a lâmina e causando um corte parcial em vez de completo. Recarregue a rede, certificando-se de que ela seja alimentada plana e sem torção por todo o percurso de saída.

Problema 7: A rede envolve apenas uma extremidade — cobertura irregular da rede
Qualidade do embrulho

Sintoma: O fardo finalizado apresenta boa cobertura de rede em uma das faces, mas cobertura deficiente ou inexistente na outra — a rede concentrada em uma extremidade em vez de distribuída por toda a largura do fardo.

Causa 1 (mais provável): O curso do braço de alimentação da rede está limitado — o braço não está se deslocando completamente até a extremidade oposta do fardo durante o ciclo de envolvimento. Verifique a extensão do cilindro hidráulico ou o curso da came de sincronização para garantir a distância de deslocamento total prescrita.

Causa 2: A rede é mais estreita que a largura do fardo — o rolo de rede utilizado não tem a largura correta para este modelo de enfardadeira. Confirme a especificação da largura do rolo de rede para a sua enfardadeira.

Causa 3: A velocidade de deslocamento do braço está muito alta — se o braço percorrer o fardo muito rapidamente em relação à velocidade de rotação do fardo, a rede forma uma espiral apertada em uma extremidade antes de chegar à outra. Verifique o fluxo hidráulico para o cilindro do braço de acordo com as especificações.

Problema 8: Fardo se desfaz após ejeção — rompimento da rede de embalagem
Falha no enrolamento

Sintoma: A rede parece bem fechada no momento da ejeção, mas deforma-se ou rompe-se em questão de minutos ou horas, à medida que a pressão interna da mola a divide.

Causa 1 (mais provável): Rotações insuficientes do enfardador para a densidade da cultura e características de retorno elástico — fardos de palha, feno muito seco e silagem de alta densidade exercem maior pressão externa do que o feno padrão. Aumente as rotações do enfardador em 1 a 2 em relação à configuração atual.

Causa 2: A resistência à tração da rede de enfardamento é insuficiente para a densidade do fardo — a rede de feno padrão pode não suportar um fardo de palha de alta densidade. Troque para uma rede de bitola mais grossa, específica para enfardamento de alta densidade.

Causa 3: Tensão da rede de frenagem muito baixa — a rede está sendo aplicada sem a tensão adequada, produzindo um envoltório que não fica esticado contra a superfície do fardo. Aumente a tensão da rede de frenagem gradualmente.

Problemas 9–12: Falhas no sistema de captação, correia e transmissão

A foragebaler.com realiza testes de qualidade na fábrica de enfardadeiras de fardos redondos — inspeção do sistema de recolhimento, tensão da correia e corrente de transmissão — antes da entrega; a resolução de problemas em campo nesses sistemas é mais eficaz quando se conhecem as configurações básicas especificadas pela fábrica.

Problema 9: Entupimento do coletor — a colheita não está entrando na câmara.
Falha na captação

Sintoma: A colheita se acumula na frente ou dentro da recolhedora, em vez de ser alimentada na câmara de enfardamento; a carga na tomada de força aumenta drasticamente; o motor pode apresentar funcionamento irregular.

Causa 1 (mais provável): A leira de colheita está muito larga ou muito densa para a velocidade de deslocamento — reduza a velocidade de avanço em 20–30% ou divida a leira antes da próxima passagem. O recolhedor só pode receber colheita na taxa que a câmara de enfardamento consegue absorver.

Causa 2: Dentes ausentes ou tortos causando levantamento irregular da colheitadeira — inspecione todos os dentes; substitua qualquer dente que esteja torto em mais de 10° em relação ao ângulo original. Um único dente ausente deixa uma faixa de colheita não coletada; um dente torto pode causar um entupimento localizado.

Causa 3: A altura da plataforma de recolhimento está muito baixa — os dentes estão em contato com o solo, jogando terra na colheita e diminuindo a velocidade de rotação. Aumente a altura de recolhimento para que os dentes fiquem a 15–20 mm acima da superfície do solo durante a operação.

Problema 10: Deslizamento da correia — correias girando sem engatar na colheita
Falha na unidade

Sintoma: As correias giram mais rápido que a superfície do fardo; o fardo se forma lentamente ou parcialmente; observa-se deslizamento entre a superfície interna da correia e o rolo de acionamento.

Causa 1 (mais provável): O alongamento da correia excedeu a faixa de compensação do tensionador — quando as correias se esticam além de 3–4%, os tensionadores de mola não conseguem manter a pressão de contato adequada entre a correia e o rolo. Meça todas as correias; substitua-as se o alongamento médio exceder 2%.

Causa 2: A superfície do rolo de acionamento está vitrificada — o acúmulo de resíduos de borracha provenientes do atrito da correia reduz o coeficiente de atrito entre a correia e o rolo. Limpe os rolos com um pano umedecido em solvente; se a vitrificação for severa, lixe a superfície com lixa grossa.

Causa 3: Falha na emenda da correia — uma emenda parcialmente separada reduz a tensão efetiva da correia de forma desigual, fazendo com que a correia com a emenda enfraquecida deslize enquanto as correias adjacentes mantêm a tensão. Inspecione todas as emendas cuidadosamente.

Problema 11: Quebra repetida do parafuso de cisalhamento
Proteção da unidade

Sintoma: O parafuso de cisalhamento no cubo de entrada da tomada de força ou no volante se rompe frequentemente — mais de uma vez por dia em condições normais de operação.

Causa 1 (mais provável): Parafuso de cisalhamento de especificação incorreta instalado. Os parafusos de cisalhamento possuem uma especificação e diâmetro específicos para se romperem sob a força de sobrecarga correta — a substituição por um parafuso mais duro permite que a sobrecarga danifique engrenagens e eixos em vez de realizar um cisalhamento limpo. Sempre utilize a especificação e o diâmetro exatos indicados no manual de peças. As especificações de especificação e diâmetro do parafuso de cisalhamento estão listadas no manual do operador e podem ser confirmadas no catálogo de peças da concessionária para o ano do seu modelo.

Causa 2: Sobrecarga na enfardadeira — leira muito densa, velocidade de deslocamento muito alta ou colheita muito úmida para a capacidade nominal da enfardadeira. Reduza a carga: diminua a velocidade de deslocamento, reduza a densidade da leira ou ambos.

Causa 3: Detritos na colheita — pedras, fragmentos de arame ou objetos metálicos na leira criam picos de sobrecarga instantâneos ao entrarem no mecanismo da enfardadeira. Inspecione a leira à frente da enfardadeira antes de cada passagem em campos com risco de detritos.

Problema 12: Ruído excessivo — rangidos, batidas ou vibrações incomuns
Aviso mecânico

Sintoma: Ruído metálico, batidas regulares ou vibração incomum em uma velocidade específica que não estava presente no início da temporada ou após manutenção recente.

Causa 1 — Ruído de moagem: Falha no rolamento. Use um termômetro infravermelho para identificar qual rolamento está superaquecendo; qualquer rolamento com temperatura superior a 30°F (17°C) acima da temperatura ambiente após 10 minutos de operação é suspeito. As especificações e os padrões de substituição dos rolamentos da transmissão da tomada de força (PTO) estão em [inserir referência aqui]. Especificações dos componentes da caixa de engrenagens e da transmissão da tomada de força (TDF) para uso agrícola.

caixa de engrenagens agrícola e eixo de tomada de força

Causa 2 — Batidas regulares em uma velocidade específica de rotação do fardo: Uma emenda em uma das correias está gerando um impacto a cada passagem sobre um rolete de acionamento ou rolete guia. Identifique a posição da emenda marcando cada correia e observando qual emenda coincide com o momento da detonação.

Causa 3 — Vibração no acionamento da tomada de força (PTO): O alongamento da corrente de transmissão está causando ruído ao bater na proteção da corrente. Meça a seção de 12 elos da corrente; substitua qualquer corrente que apresente alongamento superior a 2%. Verifique também se há alguma folga na proteção da corrente que produza ruído em velocidade de operação.

Quando chamar a concessionária versus fazer o conserto no local.

Seguro para diagnosticar e reparar em campo.
  • Substituição da lâmina de envoltório de rede — painel de acesso, remoção simples do parafuso
  • Substituição do parafuso de cisalhamento — soquete padrão, peça de uso frequente
  • Reparo de emenda de correia — requer ferramentas de emenda e treinamento, mas é prático em campo.
  • Substituição dos dentes de recolhimento — a maioria dos modelos permite a troca dos dentes de campo.
  • Carregamento com rede de proteção — tarefa de manutenção do operador
  • Aperto da conexão da linha hidráulica — estanque o vazamento de fluido
Serviço do concessionário recomendado
  • Substituição de rolamentos — a pré-carga correta requer ferramentas e especificações.
  • Substituição da corrente de transmissão — requer procedimento correto de ajuste de tensão.
  • Substituição completa do conjunto de correias — o momento certo para a substituição requer experiência.
  • Reparo de caixa de câmbio — danos internos nas engrenagens exigem avaliação especializada.
  • Desalinhamento da dobradiça da porta traseira — ajuste da geometria da estrutura
  • Recalibração do controlador eletrônico de densidade — acesso ao sensor e ao controlador

Problemas no sistema hidráulico e diagnóstico rápido

Problemas no sistema hidráulico são responsáveis ​​por uma parcela significativa das paradas de enfardadeiras no meio da temporada. A maioria dos problemas hidráulicos apresenta sintomas característicos — operação lenta, ciclos inconsistentes ou uma função específica que falha enquanto outras funcionam normalmente — que apontam diretamente para a causa. O sistema hidráulico de uma enfardadeira de fardos redondos normalmente abrange a abertura/fechamento da porta traseira, o deslocamento do braço de enfardamento da rede e o ajuste da altura de recolhimento.

Ciclo lento da porta traseira
Causa: O fluxo hidráulico do trator está abaixo do mínimo exigido pela enfardadeira, ou a válvula de controle de fluxo está parcialmente fechada. Verifique a vazão hidráulica remota do trator em comparação com as especificações da enfardadeira. Um ciclo de abertura e fechamento total da porta traseira de 2,5 a 4 segundos é normal; mais de 6 segundos indica fluxo insuficiente.
A porta traseira abre parcialmente e para.
Causa: Falha na vedação da haste do cilindro, permitindo a passagem de fluido para dentro do cilindro — a haste se estende até o ponto de vazamento da vedação e trava. Inspecione as hastes do cilindro em busca de película de óleo visível; uma haste com vazamento requer a substituição da vedação. Verifique também se há alguma dobra na mangueira externa que esteja restringindo o fluxo durante o curso.
O braço de enrolamento da rede para no meio do curso.
Se o acionamento for hidráulico, verifique se há vazamento na vedação da haste do cilindro. Se for eletro-hidráulico, verifique também o funcionamento da válvula solenoide — uma solenoide emperrada interrompe o fluxo no meio do ciclo. Em alguns modelos, o sensor de posição do braço de enrolamento da rede aciona as paradas no meio do ciclo; verifique a continuidade do cabo do sensor.
superaquecimento do fluido hidráulico
Causa: O sistema hidráulico do trator está trabalhando além do projetado para enfardamento contínuo; a válvula de controle de fluxo está parcialmente fechada, forçando a bomba a operar com pressão mais alta; o filtro de retorno está obstruído, restringindo o fluxo. Verifique a temperatura do fluido hidráulico do trator durante o enfardamento; substitua o filtro de retorno se estiver vencido.

Solução proativa de problemas: a verificação pré-temporada que evita avarias.

A maioria das falhas no meio da temporada pode ser detectada em uma inspeção completa antes do início da temporada. As 10 verificações que previnem os problemas mais comuns:

1. Meça todas as circunferências das correias em comparação com as especificações da correia nova.
2. Meça a seção de 12 elos em todas as correntes de transmissão.
3. Realize um teste de aquecimento em todos os rolamentos após 15 minutos de funcionamento da tomada de força (TDF).
4. Teste em miniatura - rede de enrolamento com borda de faca
5. Execute o ciclo completo de enrolamento da rede — confirme o deslocamento do braço, a alimentação e o corte.
6. Inspecione todos os dentes de recolhimento quanto ao comprimento e retidão.
7. Porta traseira do ciclo — tempo de abertura e fechamento de acordo com as especificações
8. Inspecione todas as mangueiras e conexões hidráulicas quanto a vazamentos.
9. Lubrifique todos os bicos de lubrificação; registre aqueles que não lubrificarem.
10. Verifique se os parafusos de cisalhamento corretos estão em estoque antes do primeiro corte.

Perguntas frequentes sobre a resolução de problemas da enfardadeira de fardos redondos

Minha enfardadeira produz fardos com formato correto, mas que se desfazem ao serem movimentados — o que causa a desintegração interna dos fardos?+
Fardos que mantêm a forma durante o transporte, mas se desfazem ao serem desembrulhados ou inclinados, apresentam fricção e entrelaçamento insuficientes entre as hastes — a cultura não formou uma estrutura coesa no fardo. Três causas mais comuns: (1) A cultura está muito curta — o acionamento da faca de pré-corte na configuração máxima produz partículas muito curtas que não se entrelaçam bem. Reduza o acionamento da faca ou ignore-a completamente para permitir hastes mais longas que criem melhor coesão no fardo. (2) A cultura está muito seca — o feno com umidade abaixo de 10% quase não apresenta adesão entre as hastes; o fardo é mantido unido essencialmente apenas pela tensão da fita de amarração. Enleirar com umidade ligeiramente maior (14–16%) antes da secagem final pode ajudar, se viável. (3) Densidade inicial muito baixa — o núcleo inicial do fardo foi formado com densidade insuficiente antes que o sistema de densidade acionasse totalmente; núcleos macios fornecem suporte estrutural fraco para a camada externa. Corrija isso com uma entrada de leira mais completa no início de cada fardo, conforme descrito no Problema 3 acima.
A porta traseira não fecha completamente após a ejeção — o que impede o fechamento correto?+
Uma porta traseira que não fecha completamente após a ejeção do fardo interrompe o ciclo de enfardamento, pois o sistema de densidade ou o sistema de envolvimento requerem um sinal de fechamento confirmado. Três causas: (1) Resíduos de colheita presos na área da dobradiça da porta traseira — um aglomerado de feno que não saiu completamente com o fardo está preso entre a porta traseira e a estrutura principal. Pare a tomada de força (TDF), abra a porta traseira manualmente e remova a obstrução antes de fechá-la. (2) Cilindro hidráulico não retraindo completamente — o cilindro de fechamento da porta traseira não completou seu curso. Verifique a pressão hidráulica no lado de fechamento do cilindro. (3) Mecanismo de trava desgastado ou desalinhado — os pinos de trava da porta traseira não estão mais engatando corretamente nos receptores de trava. Inspecione o alinhamento dos pinos de trava; ajuste a posição da trava conforme o manual do operador. Executar o próximo ciclo de enfardamento com a porta traseira destravada representa um sério risco à segurança — não prossiga sem confirmar se a trava está segura.
Meu monitor mostra que o fardo está cheio (alarme de densidade acionado), mas o fardo está visivelmente menor que o normal. O que está errado?+
O sensor de densidade está acionando o alarme de "cheio" antes que o fardo atinja seu diâmetro nominal. Isso significa que o sensor está lendo uma pressão ou tamanho maior do que o real — seja porque o sensor está desalinhado, sua posição de referência mudou ou a calibração do sensor sofreu deriva. Na maioria dos monitores, a leitura de densidade corresponde à pressão da mola ou à pressão hidráulica no sistema de densidade; se a mola ou o componente hidráulico que está sendo medido perdeu a pré-carga ou está danificado, o sensor registra um acionamento prematuro. Primeiro, verifique: a leitura do monitor é consistente com o que você vê na escala do indicador de densidade na máquina? Se a escala mostrar que o indicador de densidade não atingiu o ponto de acionamento normal quando o monitor indica "cheio", o monitor precisa ser recalibrado ou o sensor está com defeito. Consulte o manual do operador para o procedimento de calibração do sensor ou entre em contato com o departamento de serviço do revendedor para o procedimento de diagnóstico específico do seu modelo de monitor.
Como posso determinar se minhas correias precisam ser substituídas ou apenas retensionadas?+
Meça a circunferência de todas as correias com uma fita métrica flexível, esticando-a ao redor de toda a circunferência externa de cada correia. Registre cada medida e compare com a especificação da correia nova (do catálogo de peças ou de uma correia nova com o mesmo número de peça). Se todas as correias estiverem dentro de 1,5% do comprimento da correia nova, o reajuste da tensão dos tensionadores de mola é suficiente. Se alguma correia estiver com mais de 2% acima do comprimento da correia nova, substitua o conjunto inteiro — a substituição de correias individuais em um conjunto cria uma condição de alongamento misto que produz densidade irregular do fardo ao longo da largura do fardo. O reajuste da tensão só é uma solução válida quando o alongamento for inferior a 1,5% em todas as correias. Acima desse limite, os tensionadores não conseguem compensar a diferença de comprimento e a substituição da correia é a solução correta.
A colheita está se enrolando no eixo de recolhimento em vez de passar por ele — o que causa isso?+
O enrolamento da colheita no eixo de recolhimento ou no eixo do alimentador sem-fim (se equipado) indica que os dedos separadores de colheita entre as fileiras de dentes estão ausentes, desgastados ou mal posicionados. Os dedos separadores são peças fixas intercaladas entre as fileiras de dentes rotativos que puxam a colheita dos dentes e a direcionam para a zona de transição em direção à câmara de enfardamento. Sem eles, a colheita de caule longo que se prende aos dentes se enrola no eixo a cada rotação. Verifique a posição de todos os dedos separadores; qualquer dedo ausente, dobrado para fora do caminho dos dentes ou desgastado a menos de 60% do seu comprimento original permite o acúmulo de enrolamento. A substituição dos dedos separadores é um item de desgaste rotineiro — está listada e ilustrada no catálogo de peças e abordada em detalhes no guia de substituição de peças.
Após uma longa temporada, o que devo verificar antes de guardar a enfardadeira para o inverno?+
As prioridades de inspeção de fim de temporada que evitarão que você descubra problemas no pior momento possível — o início da primeira colheita da próxima temporada — são: medir e registrar todas as circunferências das correias (esses dados indicam o alongamento ocorrido nesta temporada e estimam quando a substituição será necessária); medir o comprimento de todos os elos da corrente de transmissão (12 elos) e substituir qualquer um que exceda o alongamento de 2%; realizar um teste de aquecimento em todos os pontos de apoio após 15 minutos de funcionamento da tomada de força (TDF) na velocidade nominal; inspecionar a borda da lâmina da rede de enfardamento e substituí-la se o teste com a unha mostrar arredondamento; limpar todos os resíduos da colheita da câmara de enfardamento, da área de recolhimento e da proteção do eixo da TDF para evitar risco de incêndio durante o armazenamento; lubrificar todos os pontos de lubrificação; verificar as conexões das mangueiras hidráulicas e substituir qualquer uma com vazamento visível; e inspecionar o mecanismo de trava da porta traseira quanto a desgaste. O procedimento completo de armazenamento de fim de temporada e entressafra está na lista de verificação completa de manutenção sazonal.

A foragebaler.com oferece enfardadeiras redondas com documentação de serviço de fábrica e suporte de peças para diagnóstico e reparo rápidos em campo.

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Informe-nos o modelo da sua enfardadeira e o sintoma específico que está observando. Confirmaremos a especificação correta da peça, o procedimento de substituição e se é necessário o serviço de assistência técnica da concessionária para o seu problema específico.

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Editor: Cxm